Visita de estudo ao Arboreto da Escola Secundária de Barcelos


No âmbito das disciplinas de MJR, IBPJ, e IJR, fizemos uma visita ao arboreto da Escola Secundária de Barcelos. Nesta visita vimos muitas plantas diferentes. O professor que nos guiou explicou-nos o critério de distribuição das espécies. Assim ficamos a saber que as várias plantas estavam agrupadas atendendo ao clima do seu habitat. Tivemos oportunidade de ver canteiros com plantas medicinais, aromáticas e até plantas com bagas venenosas. Vimos também muitas espécies autóctones.

Ana Catarina Ferreira nº1 - 8ºD

Os nossos espaços…


Numa aula de Manutenção de Jardins e Relvados os alunos do CEF de Jardinagem e Espaços Verdes, limparam por completo o jardim que se encontra em frente à secretaria da escola. Dividiram-se tarefas. Enquanto uns alunos tratavam da limpeza do jardim outros plantavam flores no canteiro e nas floreiras que se encontram na entrada principal da Escola. Em primeiro lugar limpamos o espaço onde iríamos plantar as flores, tirando as ervas e o lixo que lá se encontrava. Depois distribuímos as plantas com o mesmo compasso entre elas. Finalmente plantámos as Violas (Amores perfeitos) e regámos.

Frequentemente fazemos a manutenção deste espaço criado por nós.

Ana Cristina Ferreira nº2 – 8ºD


Visita de estudo, ao Festival Internacional de Jardins e ao Parque Temático do Arnado em Ponte de Lima


No dia 19 de Outubro de 2010, fomos a uma visita de estudo ao Festival Internacional de Jardins e ao Parque Temático do Arnado em Ponte de Lima. Saímos da escola às 8h45m.

A chegada a Ponte de Lima foi por volta das 9h30m. Entramos e durante a visita observamos diferentes tipos de caules, folhas, flores e frutos. Também vimos diferentes jardins que representavam diversos países: França, Espanha, Portugal, Brasil, Grécia etc. Todos os jardins com muitas formas. Quando chegamos ao Parque do Arnado fomos surpreendidos com jardins de diferentes estilos e épocas. Vimos o Jardim Romano, o Jardim Barroco, o Jardim da Renascença e o Jardim Labirinto.

Adorei a visita como também sei que os meus colegas adoraram. Os aspectos positivos foram: os jardins, as formas que lá estavam, tipo de flores, caules, folhas. Era mesmo “brutal”, tudo mesmo, não houve nenhum aspecto negativo.

Sim, também aprendi e deu-me ideias das formas dos jardins. Pronto adorei esta visita não me importava que se repetisse de novo.

Ilídia Alexandra Costa Nº9 – 8ºD

Estilos de Jardins – Maquetes



Na aula de IJR - Instalação de Jardins e Relvados - a professora e o professor planearam para nós fazermos grupos de 3 alunos e fazer uma maquete sobre o jardim clássico, rochoso, japonês, moderno ou tropical. O meu grupo era o do Jardim Clássico. Os professores mostraram-nos fotos para termos algumas ideias para o nosso trabalho. Foi utilizado cartão, esferovite, pauzinhos, cartões, tinta…

No nosso trabalho tinha chafariz, banco, caminhos para as pessoas passar, jardins simétricos e mais algumas coisas. Eu acho que o nosso trabalho ficou perto do que a professora e o professor esperavam porque num Jardim Clássico, existem formas simétricas, caminhos para as pessoas passear, árvores com o efeito de figuras geométricas, bancos, etc. Nós não colocamos no nosso trabalho, pedras, casas, rios, palmeiras, como os nossos colegas, pois tínhamos de respeitar as características do Jardim Clássico.

Eu gostei muito desta actividade, e gostei mais ainda por ser realizada em grupo que funcionou bem.

Nelson Sampaio nº 13 - 8ºD

Pedras Parideiras - Arouca


“Surpreendentemente próximo do litoral, e da área metropolitana do Porto, este território foi durante muitos anos uma espécie de bolsa onde o tempo teimava em não avançar. Os poucos visitantes que vinham a Arouca, quase sempre para piqueniques de fim-de-semana ou em busca das famosas “pedras parideiras” – os pequenos e brilhantes nódulos de biotite (mica preta) que se desprendem “misteriosamente” de um afloramento granítico (…)
Entre nós, é raro que uma região se afirme popularmente por um fenómeno geológico, mas aqui, mesmo ao lado da aldeia de Castanheira, o garimpo das “parideiras” sempre foi um passatempo levado muito a sério. Alguns acreditavam que a colocação destas pedras sob o travesseiro ajudaria à fertilidade das mulheres, outros viam-nas simplesmente como troféus. Embora estes discos possam ter sido objecto de uma sacralização, já no segundo milénio antes de Cristo, como sugere o exemplar encontrado durante as escavações de um túmulo megalítico, em pleno planalto da Freita, não consta que esta forma de biotite tenha propriedades especiais que não sejam a sua própria raridade e o facto de se libertar da rocha-mãe por um simples processo de erosão. Para que os geólogos, trata-se, sim, de um fenómeno ímpar – único no mundo, que se saiba – que merece ser protegido e divulgado como argumento para que região venha a integrar a Rede Europeia de Geoparques."
Informação recolhida pelo aluno Luís André Rosas (n.º 21, 7ºC)
Revista National Geographic, Julho de 2008
Texto e Fotos de António Sá

Conhecer melhor as VACINAS


No âmbito da disciplina de Ciências Naturais, os alunos das turmas 9º B e 9º C efectuaram pesquisas relativas às principais doenças abrangidas pelo Plano Nacional de Vacinação, nomeadamente às vantagens da vacinação para a saúde individual e comunitária.

Uma vacina é uma substância derivada ou quimicamente semelhante, a um agente infeccioso particular, causador de doença. Essa substância é reconhecida pelo sistema imunitário da pessoa vacinada e suscita e suscita da parte desta uma resposta que a protege de uma doença associada ao agente. A vacina induz, portanto, o sistema imunitário a reagir com se realmente tivesse sido infectado pelo agente.
A primeira resposta do sistema imunitário, quer a uma vacina, quer ao agente infecciosos, é em geral lenta e inespecífica. Porém, o facto de o agente não existir na vacina com capacidade para se multiplicar rapidamente e causar doença, dá ao sistema imunitário tempo para preparar uma resposta específica e memorizá-la. No futuro, caso o vacinado seja realmente infectado, o sistema imunitário responderá com rapidez e eficácia suficiente para o proteger. (...)
Porquê vacinar as crianças?
As vacinas protegem-nos contra muitas doenças que se apanham por contágio e que podem ter graves consequências para a saúde. Muitas crianças em Portugal ainda apanham doenças como a hepatite, a papeira ou a tosse convulsa. Hoje em dia, temos uma certa tendência para considerar que as doenças infantis não são muito graves, graças ao impacto da vacinação sobre as mesmas. Mas as doenças infantis podem matar ou deixar sequelas muito graves. Antes da vacina, centenas de crianças ficavam paralíticas devido à poliomielite. (...) Isto não se aplica só às crianças, mas elas são em geral as principais vítimas de não se vacinar, dado que as suas defesas imunológicas estão em geral menos desenvolvidas que as dos adultos.
As mais necessárias
Algumas vacinas são uma combinação de vários componentes e protegem contra mais do que uma doença. As vacinas de que as crianças mais precisam são as seguintes:
VASPR - Protege contra o sarampo, a Parotidite (=papeira) e a Rubéola. Entre os 15 e os 18 meses e os 10 e os 13 anos de idade.
VAP (oral) ou VIP (injectável) - Protege contra a Poliomielite. Aos 2,4 e 6 meses e aos 5/6 anos.
DTP-Hib - Vacina contra a difteria, Tétano, Pertussis (=tosse convulsa) e o Haemophilus influenza (bactéria causadora de meningites). Aos 2,4 e 6 meses, entre os 15 e os 18 meses, 5/6 anos e entre os 10/13 anos.
HBV - Protege contra a Hepatite B, uma grave doença do fígado. À nascença, 2 e 6 meses.
BCG - Protege contra a tuberculose, em particular as formas mais graves desta doença. À nascença.
Men-C - Protege contra meningococo (Neisseria meningitidis) do grupo C, pois ao todo existem 13 grupos causadores de doença. Por esta e outras razões não existe uma vacina contra todas as formas de meningite. Entre os 15 e os 18 meses e aos 3 e 5 anos de idade.

In "Coisas de Criança"_Manuel Carmo Gomes, professor associado do Departamento de Biologia Vegetal, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Membro da Comissão Técnica da Vacinação da Direcção-Geral da Saúde.Para mais informações consultar o site: http://correio.fc.ul.pt/mcg/