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A não perder!
Porque as nossas acções têm consequência a nível global, importa reflectir ....
Este projecto surgiu para dar continuidade ao projecto iniciado no âmbito da Ciência Viva, no ano lectivo de 2005/06, na Escola Secundária/3 Barcelinhos. Este blogue tem como objectivos: - divulgar os trabalhos desenvolvidos na nossa escola; - intercâmbios entre escolas; - promover um ensino de qualidade e rigor; - valorizar o trabalho dos nossos alunos;
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As aranhas são invertebrados da família dos aracnídeos e, ao contrário da crença popular, não são insectos - estes últimos só pediram Mãe -Natureza três pares de patas enquanto as aranhas exigiram mais um par para ajudar na lida da casa. Aliás, as verdadeiras heroínas desta crónica não são propriamente as aranhas mas as suas complexas casas - as teias.A teia clássica, mais comedida , é construída da seguinte maneira: uns fios ligam os ramos que irão suportar a estrutura. A partir dessa molduras uma espécie de raios partem do centro. São estes últimos que recebem os círculos concêntricos, montados do centro par o exterior. Uma teia normal, com cerca de 25 centímetros de diâmetro, pode pedir mais de 35 metros de fio. Uma vez construída, a dona da casa descansa num canto mantendo sempre uma pata em contacto com um ou vários raios. Assim, logo que sentir a mínima vibração, sai disparada em direcção ao intruso para, com uma certeira dentada atrás da cabeça, o paralisar e assim evitar estragos maiores na rede ou fuga do pobre visitante. De seguida envolve o almoço num bonito pacote feito com os mesmo material da teia para que, quando a fome apertar, só precisar de o desembrulhar.
As teias podem ser reparadas quando os danos começam a ser notórios, ou construídas de raiz todos os dias. As escolha depende da espécie.
Adaptado_Notícias Magazine _ 26.Out.2003_Tomás de Montemor

