Somos todos um!

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A não perder!

Porque as nossas acções têm consequência a nível global, importa reflectir ....

TEIAS

As aranhas são invertebrados da família dos aracnídeos e, ao contrário da crença popular, não são insectos - estes últimos só pediram Mãe -Natureza três pares de patas enquanto as aranhas exigiram mais um par para ajudar na lida da casa. Aliás, as verdadeiras heroínas desta crónica não são propriamente as aranhas mas as suas complexas casas - as teias.
Umas das imagens mais bonitas numa manhã orvalhada de Outono é uma teia de aranha, suspensa por fios invisíveis e salpicada de gotas cintilantes. É delicada, frágil, perfeita... e letal. O que parece uma inofensiva obra de arte não é mais do que um exemplo das mais sofisticadas armadilhas do Reino Animal. A mais impressionante é capaz de ser aquela que é construída por espécies do género Nephila. Esta aranha, com não mais de dois centímetros e meio, gasta mais de 300 metros de fio para montar uma autêntica rede de dois metros de diâmetro. (...) Para além das vitimas normais como borboletas e outros insectos, mesmo algumas aves acabam os seus dias presas na teia.

A teia clássica, mais comedida , é construída da seguinte maneira: uns fios ligam os ramos que irão suportar a estrutura. A partir dessa molduras uma espécie de raios partem do centro. São estes últimos que recebem os círculos concêntricos, montados do centro par o exterior. Uma teia normal, com cerca de 25 centímetros de diâmetro, pode pedir mais de 35 metros de fio. Uma vez construída, a dona da casa descansa num canto mantendo sempre uma pata em contacto com um ou vários raios. Assim, logo que sentir a mínima vibração, sai disparada em direcção ao intruso para, com uma certeira dentada atrás da cabeça, o paralisar e assim evitar estragos maiores na rede ou fuga do pobre visitante. De seguida envolve o almoço num bonito pacote feito com os mesmo material da teia para que, quando a fome apertar, só precisar de o desembrulhar.

As teias podem ser reparadas quando os danos começam a ser notórios, ou construídas de raiz todos os dias. As escolha depende da espécie.

Adaptado_Notícias Magazine _ 26.Out.2003_Tomás de Montemor

Vaivém Atlantis fez a última aterragem na Florida


O Atlantis começou a voar em 1985 e cumpriu e cumpriu 32 missões no espaço.

É o segundo mais novo dos vaivéns norte-americanos, mas é o 1º a conseguir chegar intacto à reforma: O Atlantis aterrou ontem (26/05/10) pela última vez, na Florida.. O seu destino será agora um museu. (…) Restam o Discovery e o Endeavor, que vão ainda cumprir missões para terminar a estação espacial até ao fim do ano. Depois termina a era dos vaivéns, que em 1981, ao começar fez a América parar. (…) 193 milhões de km é a distância total percorrida pelo Atlantis durante os seus 25 anos de serviço. Inicialmente fez várias missões ao serviço dos militares. Estava-se ainda na época da Guerra Fria, e a Força Aérea tinha posto o seu peso político por trás da NASA na década de 1970, quando a agência espacial (civil) pediu fundos para construir um veículo espacial reutilizável que substituísse os caros foguetões Saturno. (…) Em troca o vaivém sofreu várias modificações, como um maior porão de carga, que permitia carregar para a órbita satélites militares. O Vaivém Atlantis teve uma folha de serviço cheia de projectos de ciência e é o que tem maior currículo de cooperação internacional. Em 1989, levou para o espaço a sonda Magalhães, que cartografou Vénus, e a Galileu, que observou Júpiter e estudou o impacto do cometa Shoemaker-Levy no gigante gasoso.

Adaptado_ Jornal “Público”_ 27/05/10_ Texto de Clara Barata.

Ensaio - Horta Biológica


A criação da horta biológica na escola surgiu do desafio lançado pela Câmara Municipal de Barcelos, através de um concurso e pelo facto de estarmos a abordar a importância da Agricultura Biológica na disciplina de Ambiente e Desenvolvimento Rural.
Praticar Agricultura Biológica, não é uma tarefa fácil, pois não basta escolher o local, é necessário pesquisar e compreender que o modo de produção biológico implica respeitar os recursos naturais, como o solo e a água. Para isso é importante adoptar determinados procedimentos, como permitir o sistema de rotatividade das culturas, estabelecer as consociações, para mais facilmente eliminar as pragas e produzir fertilizantes naturais, como a adubação verde e a compostagem.
Para iniciar o projecto, seleccionamos o local, que apesar de ser pequeno, encontra-se dividido em três parcelas; uma com as culturas de Inverno, como o espinafre, o rabanete, o nabo, as favas e a couve – rábano; outra parcela com morangueiros e a última com a sideração (adubação verde), ou seja, a sementeira de ervilhaca (leguminosa) com o azevém (gramínea).
A escolha das culturas resultou da leitura de tabelas das consociações, o que significa que é benéfico semear as culturas referidas anteriormente, facilitando a extracção das plantas infestantes e das pragas que possam atacar as culturas, mas também permite a mobilização dos nutrientes do solo. Para evitar o ataque de algumas pragas, como fungos, ácaros, bactérias e insectos serão efectuadas macerações de plantas, como as urtigas, o alho e mulching`s (coberturas) com palha, plástico e folhas para impedir o crescimento das ervas daninhas, pois não se podem utilizar pesticidas.
Em simultâneo realizamos a compostagem com os resíduos orgânicos que recolhemos da cantina da escola e com materiais provenientes da limpeza e manutenção da horta. Para proteger a nossa horta construímos uma pequena cerca para delimitar o espaço.
Este projecto tem sido gratificante pois permite-nos não só aplicar os conhecimentos apreendidos na sala de aula, como compreender a importância de mudar consciências, de promover boas práticas agrícolas e respeitar os recursos naturais que são de todos nós. E é claro, poder provar uns belos morangos, sem pesticidas!

Carla, nº 3 e Helena, nº 6 (12ºI)
Clube Ciência em Movimento

A água no corpo humano - SANGUE

Exposição Interactiva Permanente

O Centro Ciência Viva de Vila do Conde em parceria com o IBMC.INEB Laboratório Associado (Instituto de Biologia Molecular e Celular/Instituto Nacional de Engenharia Biomédica) e o IPS (Instituto Português do Sangue – Centro Regional de Sangue do Porto), está a dinamizar uma exposição interactiva cujo tema é “A ÁGUA NO CORPO HUMANO – SANGUE”.

Experimente…
entrar num vaso condutor e viajar, lado a lado, com glóbulos vermelhos, brancos, plaquetas, água…., conhecer a acção dos “1ºs socorros” que nos acompanham para todo o lado… ou, ainda, brincar com a sua “herança genética”.
Experimente!
ser transportado pela corrente que percorre e alimenta o seu organismo, dia após dia, num vaivém incessante de trocas com todas as células desta grande máquina que é o Corpo Humano. Agarre esta corrente e deixe-se levar até ao cerne do mecanismo – o coração. Ouse escutá-lo! Ao seu e ao de outros animais.

Fonte: http://viladoconde.cienciaviva.pt/home/gdestaques.asp?accao=shownot&id_noticia=29

Fotos_Arboreto de Barcelos


O Arboreto de Barcelos


O Arboreto de Barcelos é um um jardim botânico temático, constituído apenas por plantas por plantas autóctones de Portugal continental. Pretende servir de apoio didáctico à população escolar, tornar-se num instrumento de educação ambiental e uma permanente chamada de atenção para a biodiversidade e importância e importância da flora portuguesa.

Situado na Escola Secundária de Barcelos, está organizado segundo os critérios fitoclimáticos e nele estão cultivadas quase todas as plantas nativas, constituindo por isso a maior colecção de árvores, arbustos e subarbustos portugueses.

O Arboreto tem vindo a ser enriquecido com fetos e outras herbáceas vivazes, nomeadamente bolbos e rizomas, somando já 271 espécies e subespécies, num total de 1803 indivíduos.

Este jardim pode ser visitado, individualmente ou em grupo, todos os dias úteis, durante o funcionamento da Escola, preferentemente nos meses de Abril, Maio, Junho, Setembro, Outubro e Novembro.